4 de abril de 2013

«Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'. O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'. Logo, o professor pegou numa caixa de areia e vazou-a dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante. O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou: 'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia.'. Um dos estudantes levantou a mão e perguntou 'Então e o que representa o café?'. O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo'.»

27 de março de 2013

«E agora, no momento eterno e irrepetível que sempre antecede os nossos reencontros, só mais um passo nos separa. Mas já não oiço nada, as suas mãos, a sua boca, tudo o que ele é, está aqui, junto do meu corpo e em cima dele, por todo o lado, inundando-me de êxtase, prazer e, de uma forma qualquer, de amor. O Miguel está aqui, o Miguel, o meu Miguel. Repito, baixinho, acertando o ritmo das sílabas com o pulsar do meu coração. Mi-guel. Mi-guel. Miguel. É engraçado como amamos o nome daqueles que amamos.»

17 de fevereiro de 2013

«Desviei os olhos para o piano. Raios, se tivesse ficado de bico calado, teríamos feito amor em cima do piano. Ou melhor, fodido; teríamos fodido em cima do piano. Bom, eu teria feito amor. A ideia pesava-me tristemente sobre a cabeça e o que restava do meu coração. Ele nunca fizera amor contigo, pois não? Para ele sempre fora foder.»

29 de dezembro de 2012

«A minha lucidez desaparece quando estamos juntos - é essa a profundidade dos meus sentimentos por ti.»

28 de dezembro de 2012

« - E se eu não quiser fazer isto?
- Não há problema - disse ele cuidadosamente.
- Mas não teremos nenhum tipo de relação? - perguntei.
- Não.
- Porquê?
- Este é o único tipo de relacionamento em que estou interessado.
- Porquê?
Ele encolheu os ombros: - É assim que sou.
- Como é que ficaste assim?»

Como é que ficaste assim, amor   

16 de dezembro de 2012

13 de dezembro de 2012

«Sinto-me completamente em paz quando estou contigo. O bater do teu coração é que me importa ouvir. O teu rosto é tudo o que eu quero olhar. O teu cheiro enche-me com uma felicidade inevitável. E o teu toque é o que faz o meu corpo e mente acordar para a vida. Amo-te. Bons sonhos.»